sexta-feira, 29 de outubro de 2010 | By: Yasmin e Ania 9ºc

.

Nos do 9º ano estamos finalizando mais um projeto bem-sucedido, percebemos que isso nos levou a aprendizagens, descobertas e sobretudo a trabalhar em equipe. Por tudo isso, só nos resta agradecer, a Deus, ao colégio e toda a sua equipe e principalmente aos professores que idealizaram e realizaram junto conosco nosso projeto. Obrigada a todos que de uma certa forma fizeram parte dessa história!


Para cada esforço disciplinado já uma retribuição múltipla
(James Hunter)

HOJE!


Chegou a grande dia. Hoje 19hrs no Teatro Salesiano, os convidados assistiram a estreia e unica apresentação de Romeu e Julieta.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010 | By: Isis Pimentel, 9° Turma:A

Em tempo de paz convém ao homem serenidade e humildade; mas quando estoura a guerra deve agir como um tigre!

William Shakespeare.



Algumas partes do ATO III - Cena I



TEOBALDO — O ódio, Romeu, que me despertas, sabe dizer-te apenas isto: és um vilão.
ROMEU — A razão de te amar, que eu tenho agora, Teobaldo, escusa à saciedade a raiva de uma tal saudação. Não sou o que dizes. Adeus; bem vejo que não me conheces.
TEOBALDO — Isso, rapaz, não basta como escusa para quantas injúrias me tens feito. Faze, pois, meia-volta e arranca a espada.
ROMEU — Protesto que jamais te fiz injúria. Tenho-te mais amor do que imaginas, até que saibas o motivo disso. Assim, bom Capuleto – oh nome caro! Tão caro quanto o meu – fica contente.
ROMEU — Este fidalgo, próximo parente do príncipe, sincero amigo meu, por mim, tão-só, ferido foi de morte. Minha reputação está manchada com o insulto de Teobaldo, esse Teobaldo que meu parente foi durante uma hora. Doce Julieta! Tua formosura fez de mim um maricas; a coragem do aço se abranda e verga no meu peito.
(Volta Benvólio.)
BENVÓLIO — Romeu, Romeu, o bom Mercúcio é morto! Foi para as nuvens esse bravo espírito que desprezou tão cedo o pó terreno.
ROMEU — Hoje o fado somente dá o rebate para que o tempo as dores arremate.
(Volta Teobaldo.)
BENVÓLIO — O furioso Teobaldo está de volta.
ROMEU — Vivo! Em triunfo! E morto o bom Mercúcio? Vai para o céu, brandura respeitosa! Fúria de olhar de fogo sê meu guia! Teobaldo, ora recebe de retorno o "vilão" que me deste não faz muito, pois a alma de Mercúcio ainda se encontra perto de nossas fontes, aguardando que a tua vá fazer-lhe companhia. Um de nós dois terá, pois, de ir com ele.
TEOBALDO — Pobre rapaz, que estavas de seu lado, és tu que vais partir.
ROMEU — Pois decidamos.
(Batem-se; Teobaldo cai.)
BENVÓLIO — Romeu foge depressa! Os cidadãos se amotinaram. Morto está Tebaldo. Não fiques aturdido, pois o príncipe vai condenar-te à morte, se encontrado fores aqui. Despacha-te depressa!
ROMEU — Sou o bobo da fortuna.
BENVÓLIO — Foge! Ora essa!
(Sai Romeu.)
BENVÓLIO — Teobaldo, que Romeu deixou sem vida; Romeu, que lhe falou com termos brandos, com ele instando para que pensasse na ausência de motivo da querela, tendo invocado, até, vosso desgosto, tudo isso com voz doce, olhar tranqüilo e ademais corteses, sem que tréguas conseguissem alcançar da grande cólera do furioso Teobaldo, que com aço pontiagudo visava uma e mais vezes o peito de Mercúcio valoroso. Este, só chamas, ponta opõe a ponta; com desprezo marcial, a fria morte faz afastar com uma das mãos, ao tempo em que com a outra a devolvia célere ao peito de Teobaldo que, habilmente, de retorno lha enviava. Em altas vozes Romeu gritava: "Amigos, separai-vos!" E mais rápido, ainda, que sua língua, seu ágil braço desviava as pontas, entre ambos se interpondo. Mas por baixo do braço dele um golpe malfadado de Teobaldo a existência atinge em cheio do valente Mercúcio. Então Teobaldo se põe em fuga, mas retorna logo para Romeu, que, nesse instante, havia concebido a vingança. Mais velozes que o raio se engalfinham e, assim, antes de eu poder separá-los, cai sem vida o valente Teobaldo, a cuja vista Romeu fugiu. Se nisto houver maldade, vivo Benvólio prosseguir não há de.



Uma grande reflexão:

A Terra é um planetinha que gira em torno de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer. Veja como nós somos importantes...

Amanhã!


Amanhã é grande dia, a expectativa está grande. Os alunos do elenco e do baile chegaram mais cedo e os outros somente na hora tão esperada.
Atenção
 Este blog que vocês estão vendo, foi criado pelos alunos do 9º Ano, do Colégio Salesiano- Nazaré,
Salvador - Bahia, Brasil.
Amanhã será o grande dia, o dia que todo mundo esperava, o dia da mega produção teatral ,baseado no romance Romeu e Julieta, obra do dramaturgo William Shakespeare (1564-1616),  aonde ele retrata  uma historia de amor.
O grande espectaculo irá começar às 19:00 horas, no teatro salesiano, situado na Praça Conselheiro Almeida Couto, 374 - Nazaré.
Pelo visto vai ter muita gente e, é previsto ficar lotado.
Contamos com a vossa presença, e desejamos a todo o elenco, sucesso.
Um abraço,
até amanha.

Poema de Luis de Camões sobre o amor

Amor é fogo que arde sem se ver (Luís de Camões)

Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Poesia sobre o amor

 AMOR, MEU GRANDE AMOR
Como uma rosa perfumada
É o teu corpo minha amada
Quero que esqueça o teu passado
Ser para sempre o teu amado
Dar – ti - eis carinho, muito prazer
O teu desejo satisfazer
Na tua dor te consolar
Na tua carência te amar
Teu corpo nu cobrir de flor
Tratar – ti – eis com todo amor
O meu prazer você domina
Vejo – te como uma menina
Não faltara – te o meu carinho
Darei meu corpo como ninho
Domarei – te com meus beijos
Provocando – te desejos
Sentir teu cheiro em minhas narinas
Mulher você muito me fascina
Vou sempre te dar prazer
Nunca vou te fazer sofrer
Querer – te sempre para mim
Amar – te até o fim.